Blog da Cidha Cunha

Mostrando postagens classificadas por data para a consulta santos do dia. Ordenar por relevância Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens classificadas por data para a consulta santos do dia. Ordenar por relevância Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 29 de março de 2021

Semana Santa- Momento de Reflexão, oração e adoração -


A Semana Santa é a ocasião em que é celebrada a paixão de Cristo, sua morte e ressurreição.  

Que todos  nós procuremos o senhor enquanto  há tempo, pois Deus nos quer presentes vivenciando nesta semana os momentos  de seu filho Jesus que cedeu sua vida por nós. Participe  na sua comunidade com  fé a Semana Santa.

Cada dia da comemoração faz referência a um acontecimento:

O Domingo de ramos refere-se à entrada do Rei, o Messias, na cidade de Jerusalém, para comemorar a páscoa judaica.

 Na segunda-feira seguinte foi o dia em que Maria ungiu Cristo; 

Na terça-feira foi o dia em que a figueira foi amaldiçoada; 

A quarta-feira é conhecida como o dia das trevas; 

Na quinta-feira foi a última ceia com seus apóstolos, mais conhecida como Sêder de Pessach. 

Na sexta-feira foi o dia do seu sofrimento, sua crucificação. 

Sábado é conhecido como o dia da oração e do jejum, onde os cristãos choram pela morte de Jesus. E, finalmente, o Domingo de Páscoa, o dia em que ressuscitou e encheu a humanidade de esperança de vida eterna.

Resumo da Semana Santa  -  8 dias -

Dia 1 (Domingo) – Domingo de Ramos
Dia 2 (Segunda-feira) – Jesus é ungido por Maria
Dia 3 (Terça-feira) – Jesus amaldiçoa uma figueira
Dia 4 (Quarta-feira) – Dia das Trevas
Dia 5 (quinta-feira) – Dia da Última Ceia
Dia 6 (sexta-feira) –  Crucificação de Cristo
Dia 7 (sábado) – Sábado de Vigília
Dia 8 (domingo) – Ressurreição de Cristo

Domingo de Ramos 



O Domingo de Ramos abre solenemente a Semana Santa com a entrada de Jesus em Jerusalém. Jesus é recebido em Jerusalém como um rei, mas os mesmos que o receberam com festa o condenarão à morte. Jesus é recebido com ramos de palmeiras.
Este domingo é chamado assim porque o povo cortou ramos de árvores, ramagens e folhas de palmeiras para cobrir o chão onde Jesus passava montado num jumento. Com folhas de palmeiras nas mãos, o povo o aclamava “Rei dos Judeus”, “Hosana ao Filho de Davi”, “Salve o Messias”… E assim, Jesus entra triunfante em Jerusalém despertando nos sacerdotes e mestres da lei muita inveja, desconfiança, medo de perder o poder. Começa então uma trama para condenar Jesus à morte e morte de cruz.

Segunda-Feira Santa





É o segundo dia da Semana Santa. Onde o Nosso Senhor dos Passos começa sua caminhada rumo ao calvário.
Na Segunda-feira Santa é o dia que contemplamos a caminhada do Nosso Senhor dos Passos rumo ao calvário. Nosso Senhor dos Passos é uma invocação de Jesus Cristo e uma devoção especial na Igreja Católica. Essa procissão faz memória ao trajeto percorrido por Jesus Cristo desde sua condenação à morte no pretório até o seu sepultamento, após ter sido crucificado no Calvário.
Neste dia, proclama-se, durante a Missa, o Evangelho segundo São João. Seis dias antes da Páscoa, Jesus chega a Betânia para fazer a última visita aos amigos de toda a vida. Está cada vez mais próximo o desenlace da crise. “Ela guardava este perfume para a minha sepultura” (cf. João 12,7); Jesus já havia anunciado que Sua hora havia chegado.

Terça-Feira Santa 



É o terceiro dia da Semana Santa, em que com grande tristeza, Jesus anuncia a sua morte, causando grande sofrimento aos seus discípulos. Anuncia também a traição, e indica o traidor, beijando Judas.
Com isto Jesus, manifesta em pleno o Seu amor por todos nós, e consciente aceita o destino que o aguarda, como forma de mostrar ao mundo a glória de Deus, e assim, para que a sua salvação chegue até aos últimos confins da terra.
“Ora, de manhã, ao voltar à cidade, teve fome; e, avistando uma figueira à beira do caminho, dela se aproximou, e não achou nela senão folhas somente; e disse-lhe: Nunca mais nasça fruto de ti. E a figueira secou imediatamente. Quando os discípulos viram isso, perguntaram admirados: Como é que imediatamente secou a figueira?” (Mt 21.18-20)
Jesus quis apenas ensinar a seus Apóstolos que Ele tinha poder de exterminar seus inimigos, se o quisesse. Estava Jesus nos últimos dias antes de sua Paixão terrível, e Ele queria deixar claro aos seus discípulos que Ele tinha poder infinito, e que só morreria porque aceitava morrer por nós e por nossos pecados.

Quarta-Feira Santa 



É o quarto dia da Semana Santa. Encerra-se na Quarta-feira Santa o período de Quaresma. Em Algumas Igrejas celebra-se neste dia a piedosa procissão do encontro de Nosso Senhor dos Passos e Nossa Senhora das Dores. Ainda há igrejas que neste dia celebra o Ofício das Trevas, lembrando que o mundo já está em trevas devido à proximidade da Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Algumas igrejas ainda celebram o Ofício das Trevas (em latim, Tenebrae, que significa escuridão). Na cerimônia, sempre noturna, recitam-se salmos penitenciais e de lamentação à luz de um candelabro com quinze velas, que vão sendo apagadas a cada leitura até que a igreja fique em total escuridão.

Quinta-Feira da Ceia 




É o quinto dia da Semana Santa. Neste dia é relembrada especialmente a Última Ceia.
É realizada nas catedrais diocesanas, a Missa dos Santos Óleos, onde o Bispo diocesano abençoa o óleo dos Catecúmenos, o óleo dos Enfermos e consagra o óleo do Crisma que será usado por todas as paróquias de sua diocese durante um ano até a próxima quinta-feira Santa. Vale ressaltar a curiosidade de que se houver sobras do óleo do ano anterior, esta sobra é queimada.
Para a consagração do Crisma, o Bispo pede a Jesus que envie o Espírito Santo Paráclito, para que torne o óleo santo e que todas as pessoas ungidas com ele se tornem “soldados de Cristo”.
Nesta missa, os bispos diocesanos tem também a oportunidade de celebrar com seu clero particular, e em comunhão com todo o mundo, a instituição do sacerdócio.
À Tarde, após o pôr-do-sol, é celebrado a Missa de Lava Pés, onde se relembra o gesto de humildade que Jesus realizou lavando os pés dos seus doze discípulos e comendo com eles a ceia derradeira. É neste momento que Judas Iscariotes sai correndo e vai entregar Jesus por trinta moedas de prata.
É nesta noite em que Jesus é preso, interrogado e no amanhecer da sexta-feira açoitado e condenado.
A igreja fica em vigília ao Santíssimo. relembrando as sofrimentos começados por Jesus nesta noite. A igreja já se reveste de luto e tristeza desnudando os altares, quando é retirado todos os enfeites, toalhas, flores, velas, tudo para simbolizar que Jesus já está preso e consciente do que vai acontecer.
A igreja fica em vigília de oração, relembrando as sofrimentos começados por Jesus nesta noite. Os templos se revestem de luto e tristeza, desnudando os altares, retirando todos os enfeites, toalhas, flores, velas, tudo para simbolizar que Jesus já está preso e consciente do que vai acontecer. O Santíssimo Sacramento também é deslocado para um lugar a parte, sem acesso dos fiéis, fazendo memória à morte de Jesus.


Sexta-Feira Santa ou Sexta-Feira da Paixão 





Este é o momento onde a Igreja recorda a Morte do Salvador. É o único dia que não se celebra a Missa e não há consagração das hóstias.
É celebrado a Solene Ação Litúrgica da Paixão e Adoração da Cruz, onde a equipe de celebração adentra a Igreja em silêncio, e o padre se prostrando em frente ao altar (que simboliza o próprio Cristo, sendo ali o local onde o Cordeiro é imolado), em sinal de humildade e de tristeza.
É realizada a narrativa da Paixão, que narra os acontecimentos desde quando Jesus foi interrogado, a Oração Universal, que reza pelos que não creem e Deus e em Cristo, pelos Judeus, pelos poderes públicos, dentre outros, e a Adoração da Cruz.
O Evangelho da Paixão, é narrado, contando todos os acontecimentos desde quando Jesus foi interrogado até seu sepultamento; após a homilia segue a Oração Universal, na qual reza-se pelos que não creem em Deus, e em Cristo, pelos Judeus, pelos poderes públicos, dentre outros. Segue a celebração com a Adoração da Cruz, onde todos os fiéis são convidados à reverência pessoal através do ósculo; após o rito da comunhão, a celebração encerra-se em silêncio, sem bênção final.
À noite, tradicionalmente é realizada a Procissão do Enterro. Algumas Igrejas relembram as sete dores de Maria e encenam a descida da Cruz.
Nesta noite, é celebrada a Vigília Pascal, a vigília de todas as vigílias. Nela acontece a benção do fogo novo, a Proclamação da Páscoa e a Renovação das Promessas do Batismo. Com o fogo novo se acende o Círio Pascal, que representa a vida nova em Jesus Cristo. É a única celebração, em que a Igreja recomenda, durante todo o ano litúrgico, que as luzes da Igreja estejam apagadas.

Sábado da Vigília ou Sábado da Aleluia







É o dia que antecede a Ressurreição de Jesus Cristo, dia dedicado a oração junto ao túmulo do Senhor Morto.
Nesta noite, é celebrada a Vigília Pascal, a vigília de todas as vigílias. Nela acontece a benção do fogo novo, a Proclamação da Páscoa e a Renovação das Promessas do Batismo. Com o fogo novo se acende o Círio Pascal, que representa a vida nova em Jesus Cristo.
“Durante o Sábado santo a Igreja permanece junto ao sepulcro do Senhor, meditando sua paixão e sua morte, sua descida à mansão dos mortos e esperando na oração e no jejum sua ressurreição (Circ 73).
No dia do silêncio: a comunidade cristã vela junto ao sepulcro. Calam os sinos e os instrumentos. É ensaiado o aleluia, mas em voz baixa. É o dia para aprofundar. Para contemplar. O altar está despojado. O sacrário aberto e vazio.
A única referência bíblica ao que aconteceu no sábado entre a morte e a ressurreição de Jesus é encontrada em Mateus 27:62-66.
Após o pôr do sol no sábado – no fim do sábado dos judeus – os sumos sacerdotes e os fariseus foram a Pilatos e pediram que um guarda ficasse de plantão no túmulo de Jesus para prevenir que os discípulos removessem o corpo.
Ele se lembraram de Jesus dizendo que Ele iria ressuscitar em três dias (João 2:19-21) e queriam fazer tudo o que podiam para impedir isso.
Sabemos por meio de outras narrativas que os guardas romanos foram insuficientes para impedir a ressurreição e aqueles que retornaram ao túmulo no domingo de manhã o encontraram vazio. O Senhor tinha ressuscitado.

Domingo de Páscoa
 




É o dia da ressurreição de Jesus, e a comemorações mais importantes do cristianismo, que celebra a vida, o amor e a misericórdia de Deus.
Este é o último dia da Semana Santa. A ressurreição de Jesus é um fato de importância monumental. Jesus é a única pessoa que passou pela face desta terra que, apesar de ter morrido, ainda foi ressuscitado dentre os mortos e agora vive para sempre.
Como ele mesmo disse: “Estive morto, mas agora estou vivo para todo o sempre” (Revelação 1:18 )

A páscoa é mais do que uma data é uma época de renovação, reconciliação e reencontro com nosso ser. Feliz Páscoa!!

sábado, 13 de fevereiro de 2021

Dia Mundial do Rádio

 


Dia do rádio

A data da criação da rádio das Nações Unidas, em 13 de fevereiro de 1946, foi a escolha natural para celebrar esse meio de comunicação de massa. O Dia Mundial do Rádio foi proclamado na Conferência Geral da Unesco em 2011, seguindo proposta inicial da Espanha. Foi aprovada por unanimidade no ano seguinte pela Assembleia Geral das Nações Unidas.

O rádio é um meio que tem sido completamente capaz de adaptar-se ao desenvolvimento de novas tecnologias, como a banda larga, a transmissão de áudio digital (digital audio broadcasting – DAB) e os dispositivos móveis.

O objetivo da data é conscientizar o público da importância do veículo e incentivar os tomadores de decisão a utilizá-lo para fornecer acesso à informação e melhorar a cooperação internacional entre as emissoras. A celebração é um dos dias internacionais mais populares proclamados pelas Nações Unidas, e todos os anos, centenas de estações de rádio por todo o mundo participam do evento.

A História

O rádio foi patenteado pelo cientista e inventor italiano Guglielmo Marconi, no início do século 20. A primeira transmissão radiofônica no Brasil aconteceu em 7 de setembro de 1922, por ocasião do centenário da independência.

Uma estação de rádio foi instalada no Corcovado (Rio) e, além de música, emitiu o discurso do presidente da República, Epitácio Pessoa. No ano seguinte foi fundada por Roquete Pinto a primeira emissora de rádio do país: a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro. No entanto, o rádio tem mais razões para ser considerado brasileiro.

Roberto Landell de Moura (1861-1928), padre e cientista gaúcho, também havia realizado experiências semelhantes às de Marconi — antes do italiano. Entre 1901 e 1904, Landell de Moura esteve nos Estados Unidos, onde patenteou inventos, entre os quais um "transmissor de ondas" ou "transmissor fonético a distância" que seria exatamente o rádio. Sua patente, porém, era limitada e perdeu a validade. Marconi ficou com a fama. Trata-se de uma situação semelhante àquela que ocorreu com Santos Dumont e os irmãos Wright.

Antes da televisão

O rádio foi o primeiro grande veículo de comunicação de massas. Na verdade, dele vieram os primeiros profissionais e até os programas da TV. Por exemplo, você sabia que, antes das telenovelas, existiram as radionovelas? Os ouvintes acompanhavam os capítulos da mesma maneira que hoje, só que tinham que "ver" as cenas em sua imaginação.

Os primeiros aparelhos de rádio eram grandes caixotes de madeira, usavam válvulas e precisavam ser ligados na tomada para funcionar. Com o tempo, eles foram diminuindo de tamanho e passaram a funcionar com pilhas. Hoje em dia, os rádios estão integrados a outros aparelhos de som.

As emissoras de rádio podem ser captadas também através da internet. Pela web você pode ouvir emissoras do mundo inteiro, basta pesquisar o que quer ouvir.

O sucesso do rádio se deve ao fato de que ele pode estar em qualquer lugar a qualquer hora e é acessível à maioria da população, tanto em zonas urbanas quanto rurais. Por isso, quem apostava que ele ia desaparecer quando a televisão surgiu se enganou redondamente.

Sobre as competências que podem desempenhar, o radialista é o profissional de comunicação social responsável por criar, produzir e dirigir programas para rádio e televisão. Ele pode fazer textos, roteiros, organizar a programação e fazer locuções. Pode também ser editor, operador de câmera, de som, ou de vídeo, discotecário, continuista, contra-regra, sonoplasta, encarregado de tráfego (a distribuição dos programas) e ainda desempenhar outras funções. Enfim, um profissional completo, como se pode constatar.

Hoje, ninguém mais vê o rádio como algo ultrapassado, pois ele se moldou às novas tecnologias e continua como um dos principais canais de debate, informação, divulgação e emergência social. Segundo a ONU, o rádio permanece como o meio mais dinâmico, reativo e participativo de interação e compartilhamento de informações. A profissão de radialista foi regulamentada apenas em 1978.

FONTE : https://avozdaserra.com.br/noticias/





quarta-feira, 6 de janeiro de 2021

06 de Janeiro, Dia de reis!

 Folhinha de hoje - 06/01-

 "Não é a força,mas a perseverança que realiza grandes coisas!" - Samuel Johnson -






                          
                                            Santo do dia: Reis Magos


SANTOS REIS MAGOS06/Janeiro

sexta-feira, 1 de janeiro de 2021

A Folhinha do Sagrado

                  Folhinha do Sagrado Coração de Jesus 



A Folhinha do Sagrado, ou simplesmente Folhinha, destaca-se por apresentar em sua estampa a imagem do Sagrado Coração de Jesus com a invocação: “Coração de Jesus, abençoai  este lar!” e um bloco com calendário anual recheado de informações em 768 páginas destacáveis, que é encaixado na parte inferior da estampa.

História da Folhinha

A Folhinha do Sagrado Coração de Jesus, publicada pela Editora Vozes, é tradicional, e tê-la em casa, é costume passado de geração em geração há 80 anos. A publicação é a mais antiga da área no país. Em 1940, o Frei Inácio Hinte idealizou o projeto do Manual de Instrução Religiosa, voltado para os fiéis católicos, seguindo o programa de atuação para a difusão do culto do Sagrado Coração de Jesus, popular no catolicismo desde os tempos do Pe. José de Anchieta. Através da mobilização dos Frades Franciscanos, que espalharam revendedores em todas as partes do país, a Folhinha tornou-se conhecida nacionalmente.

A missão era propagar o produto como forma de evangelização. A primeira publicação, produzida em 1939, teve a tiragem inicial de 31 mil exemplares, tornando-se o “best-seller das paróquias”, com vendas que chegaram a 1 milhão de exemplares (edições de 1964 e 1965). Já a edição de 1982, atingiu a marca histórica de exatos 1.260.705 unidades. Com linguagem simples e direta, a obra traz informações para a família sobre diversos assuntos.

Na parte frontal de cada folha – que leva o singelo nome de “pagela” –, aparece a sinalização do dia, mês e ano, além da liturgia da missa com as leituras bíblicas, os santos do dia, as comemorações cívicas, um versículo bíblico, uma frase literária e a indicação diária da fase da lua, fornecida pelo Observatório Nacional do Rio de Janeiro. Mas o que realmente atrai o público são os textos breves no verso de cada pagela.

Neles se alternam comentários das leituras bíblicas dominicais e de solenidades litúrgicas, temas de religião, mensagens, orações, vida de santos, concurso bíblico mensal, reflexões sobre diversas áreas, datas comemorativas comentadas, cuidados com a saúde, dicas de cozinha e de economia doméstica, de agricultura, de pesca, com a lua mais apropriada, receitas culinárias e entretenimento, como piadas, curiosidades, passatempos, poesias e trovas.  Enfim, uma diversidade de temas culturais e religiosos bem ao estilo de um almanaque popular.

Fonte: http://vozes.com.br/folhinha-sagrado-coracao-de-jesus-2020/

Ganhei de presente do eu pai! Desde criança acompanhava a folhinha em casa, agora no meu lar.

 







Sagrado Coração de Jesus, eu confio em vós!!


domingo, 12 de abril de 2020

SANTO SUDÁRIO

CONTEMPLAÇÃO AO SANTO SUDÁRIO

Desde o Vaticano, o Papa Francisco se uniu aos fiéis ao redor do mundo para contemplar o Santo Sudário direto da capela da catedral de Turim, onde se encontra o manto sagrado. Na celebração, transmitida ao vivo pelos meios de comunicação, a súplica ao Senhor pelo fim pandemia do Covid-19: “livra-nos da epidemia que está nos afetando para que possamos voltar serenos às nossas ocupações diárias e louvar-Te e agradecer-Te com coração renovado”.
A celebração extraordinária de oração e contemplação diante do Santo Sudário reuniu o Papa Francisco e fiéis do mundo inteiro no final da tarde deste Sábado Santo (11). Direto da capela da catedral de Turim, onde se encontra o manto sagrado, o arcebispo de Turim e bispo de Susa, dom Cesare Nosiglia, conduziu a oração.
Um pequeno coro formado por três pessoas deu o tom inicial para o momento de oração, do rito de entrada até o momento do Santo Sudário ser revelado e se tornar visível aos fiéis. O bispo motivou a celebração, o momento de veneração e de contemplação que acontece no dia em que se aguarda a ressureição de Cristo, unidos ao “gemido de toda a humanidade que espera ser libertada da pandemia que mata e tira a vida. Nessa espera, encontramos o rosto gentil e humilde do Senhor, impresso no Sudário, que protegemos como um tesouro precioso”.
Durante a oração que uniu fiéis do mundo inteiro, foi lida a mensagem do Papa Francisco de quinta-feira (9), quando o Pontífice escreveu de também se unir à súplica do arcebispo, voltando “o olhar para ao Homem do Sudário”. Nas características do Santo Sudário, o Papa afirmou ver “os rostos de tantos irmãos e irmãs doentes, especialmente os que estão sozinhos e recebem poucos cuidados; e também de todas as vítimas de guerras e violência, escravidão e perseguição”. Como cristãos, pediu o Papa Fracisco, devemos confiar na força de Jesus crucificado a fim de “enfrentar todas as provações com fé, esperança e amor, na certeza de que o Pai sempre ouve os seus filhos que clamam a Ele e os salva”.
Ao final do momento extraordinário de veneração e contemplação do Santo Sudário, a oração final invocou a Deus “misericórdia, porque hoje ainda vivemos a fragilidade da condição humana na experiência desta pandemia viral”. O pedido também foi de salvação e conforto aos doentes e seus familiares; de amor aos defuntos destes dias em todos os países do mundo; de suporte aos membros da sociedade para que desenvolvam seu trabalho no espírito de reciprocidade e solidariedade, aos médicos e agentes de saúde, aos educadores e agentes sociais.

A oração terminou com um pedido de intercessão da Virgem Maria e de todos os santos médicos e que curam para que afastem todo tipo de mal. E, assim, foi suplicado ao Senhor:

“Livra-nos da epidemia que está nos afetando para que possamos voltar serenos às nossas ocupações diárias e louvar-Te e agradecer-Te com coração renovado.”

CLIQUE NAS IMAGENS ABAIXO  E SAIBA MAIS:


O SANTO SUDÁRIO


EXPOSIÇÃO DO SANTO SUDÁRIO EM FLORIANÓPOLIS





quarta-feira, 6 de novembro de 2019

São Nuno de Santa Maria - 06 de Novembro -

 -São Nuno de Santa Maria - 06/11 -



Nuno Álvares Pereira nasceu no dia 24 de Junho de 1360 em Cernache do Bonjardim (Portugal), e foi educado nos ideais nobres da Cavalaria Medieval, no ambiente das Ordens Militares e depois na Corte Real. Tal ambiente marcou a sua juventude. Aos dezesseis anos casou-se com Dona Leonor de Alvim, e desta união nasceram três filhos, sobrevivendo apenas a sua filha Beatriz.

As suas qualidades e virtudes impressionaram particularmente o Mestre de Aviz, futuro rei D. João I, que encontrou em Dom Nuno um exímio chefe militar e nomeou-o Condestável, isto é, Comandante Supremo do Exército. Nuno conduziu o Exército Português repetidas vezes à vitória, sendo a mais significativa a de Aljubarrota a 14 de Agosto de 1385, assegurando a independência de Portugal em relação ao Reino de Castela.

A batalha de Aljubarrota viria a ser decisiva no fim da instabilidade política de 1383-1385 e na consolidação da independência portuguesa. Fim da ameaça castelhana, D. Nuno Álvares Pereira permaneceu como Condestável do reino e tornou-se Conde de Arraiolos e Barcelos. Entre 1385 e 1390, ano da morte de D. João de Castela, dedicou-se a realizar incursões contra a fronteira de Castela, com o objetivo de manter a pressão e dissuadir o país vizinho de novos ataques. Por essa altura, em Outubro de 1385 foi travada em terreno castelhano a célebre batalha de Valverde.

Conta-se que na fase mais crítica da batalha e quando já parecia que o exército português iria sofrer uma derrota completa, se deu pela falta de D. Nuno. Quando já se temia o pior, o seu escudeiro encontrou D. Nuno em êxtase, ajoelhado, rezando entre dois penedos (rochedos). Quando o escudeiro aflito lhe chamou a atenção para a batalha que se perdia, o Condestável fez um sinal com a mão a pedir silêncio. Novamente chamado à atenção pelo escudeiro, que lhe disse: “Nada de orações, que morremos todos! Responde então D. Nuno, suavemente:

 “Amigo, ainda não é hora. Aguardai um pouco e acabarei de orar”.

Quando acabou de rezar, ergue-se com o rosto iluminado e dando as suas ordens, consegue que se ganhe a batalha de uma forma considerada milagrosa. Depois desta batalha, os castelhanos recusaram-se a dar-lhe batalha em campo aberto. O nome de Nuno Álvares inspirava terror nos castelhanos que passaram sempre que podiam a atacar a fronteira com pilhagens (roubos) e razias (invasões) e aplicavam a política de terra queimada* quando D. Nuno entrava em Castela.

Os dotes militares de Nuno eram no entanto acompanhados por uma espiritualidade sincera e profunda. O amor pela Eucaristia e pela Virgem Maria eram a trave-mestra da sua vida interior. Mandou construir por conta própria numerosas igrejas, destacando-se de entre estas o Convento do Carmo de Lisboa, que veio a entregar aos Carmelitas, que conhecera em Moura, e apreciara pela sua vida de intensa oração e amor a Nossa Senhora.

Com a morte da esposa, em 1387, Nuno recusou ter novas núpcias. Quando finalmente foi alcançada a paz, distribuiu grande parte dos seus bens e decidiu entrar no Convento do Carmo de Lisboa, tendo tomado o nome de Frei Nuno de Santa Maria: era a opção por uma mudança radical de vida em coerência com a fé autêntica que sempre o orientara. Ao entrar no Convento recusou todos os privilégios e assumiu a condição mais humilde, a de simples irmão, dedicando-se totalmente ao serviço do Senhor, de Maria – a sua terna Padroeira que sempre venerou – e dos pobres, nos quais via o rosto de Jesus.

Frei Nuno de Santa Maria morreu no Domingo de Páscoa de 1 de Abril de 1431, sendo sepultado no Convento do Carmo, passando de imediato a ser venerado como Santo pela piedade popular.

O túmulo de Nuno Álvares Pereira foi destruído no Terremoto de 1755. O seu epitáfio era:

“Aqui jaz aquele famoso Nuno, o Condestável, fundador da Sereníssima Casa de Bragança, excelente general, beato monge, que durante a sua vida na terra tão ardentemente desejou o Reino dos Céus depois da morte, e mereceu a eterna companhia dos Santos. As suas honras terrenas foram incontáveis, mas voltou-lhes as costas. Foi um grande Príncipe, mas fez-se humilde monge. Fundou, construiu e dedicou esta igreja onde descansa o seu corpo.”

O Papa Bento XV declarou-o Beato a 23 de Janeiro de 1918, e o Papa Bento XVI proclamou-o Santo da Igreja Católica, na Praça de São Pedro, em Roma, no dia 26 de Abril de 2009. A sua Festa litúrgica celebra-se a 6 de Novembro.

* Uma tática de terra arrasada ou terra queimada envolve destruir qualquer coisa que possa ser proveitosa ao inimigo enquanto este avança ou recua em uma determinada área.

 Oração a São Nuno de Santa Maria

Pai Santo, em Jesus Cristo mostrastes a São Nuno de Santa Maria o valor supremo do vosso Reino. Para o conquistar, ele exercitou-se com as armas da fé, do amor a Cristo e à Igreja, da Palavra de Deus, da Eucaristia, da oração, da confiança em Maria, da caridade, do jejum, da castidade, da fortaleza, do serviço, da retidão de espírito e da justiça. Para vos servir de modo mais total como único Senhor, e a Maria Santíssima, Senhora do Carmo, a quem se consagrou na vida religiosa carmelita, de tudo se despojou. Concedei-nos, por sua intercessão, a graça… (nomeá-la), para que sem obstáculos da alma e do corpo possamos nós também viver sempre ao vosso serviço e, combatendo o bom combate da fé, mereçamos tomar parte no Banquete do Reino dos Céus. Por Cristo, Nosso Senhor. Amem.

São Nuno de Santa Maria, rogai por nós!

terça-feira, 5 de novembro de 2019

São Zacarias e Santa Isabel - 05 de Novembro -

 São Zacarias e Santa Isabel - 05/11 -


São Zacarias e Santa Isabel, são os pais de São João Batista, e tem grande importância pois possuíam ligação com a Sagrada Família de Nazaré tem suas vidas relatadas nas santas escrituras.

Origem

Embora os nomes destes santos não estejam presentes no Calendário Litúrgico da Igreja, há muitos séculos a tradição cristã consagrou este dia à veneração da memória de São Zacarias e Santa Isabel, pais de São João Batista.

Encontramos a sua história narrada no magnífico Evangelho de São Lucas, onde ele descreveu que havia no tempo de Herodes, rei da Judéia, um sacerdote chamado Zacarias; a sua mulher pertencia à descendência de Aarão e se chamava Isabel. Eles viviam na aldeia de Ain-Karim e tinham parentesco com a Sagrada família de Nazaré.

Foram escolhidos por Deus por sua fé inabalável, pureza de coração e o grande amor que dedicavam ao próximo. Zacarias e Isabel eram um casal de idosos e infelizmente Isabel era estéril. Mas foi por sua esterilidade que ela se tornou uma grande personagem feminina na historia religiosa do povo de Deus.

O anjo do Senhor apareceu ao velho sacerdote Zacarias no templo e lhe disse que sua mulher Isabel teria um filho que levaria o nome de João. Zacarias inicialmente se manteve incrédulo e para que pudesse crer precisou de um sinal: ele ficou mudo até que João veio à luz do mundo.

Conta-nos o Evangelho que Maria esteve com Isabel auxiliando-a durante sua gravidez. Após o nascimento de João, Zacarias e Isabel se recolheram à sombra da fama do filho, como convém aos que sabem ser o instrumento do Criador. Com humildade, se alegraram e se satisfizeram com a santidade da missão dada ao filho, sendo fieis a Deus até a morte.

Oração á São Zacarias e Santa Isabel

Que Deus conceda aos pais de família imitar Zacarias e Isabel, levando-os a viver uma vida santa, sendo justos diante do Senhor e observando como exatidão seus mandamentos. Por Cristo nosso Senhor. Amém.

segunda-feira, 4 de novembro de 2019

São Carlos Borromeu - 04 De Novembro -

 São Carlos Borromeu - 04/11 -



Origens

Carlos Borromeu nasceu no dia 2 de outubro de 1538, no castelo de sua família, na cidade de Arona, perto de Milão, Itália. Seu pai foi o milionário conde Gilberto Borromeu. Sua a mãe se chamava Margarida de Médicis. Ela pertencia à mesma família nobre e influente na sociedade italiana e na Igreja. Carlos foi o segundo filho.
 
Vocação
Os pais de Carlos Borromeu seguiram o hábito da época: entregaram-no para o serviço de Deus quando ele completou doze anos. Por uma grande felicidade, o menino tinha grande vocação religiosa e encontrou-se muito feliz no caminho do serviço a Deus. Sua vocação religiosa era bastante acentuada. Além disso, era penitente, cheio de piedade e caridoso para com todos os pobres.
 
Formação sólida
Carlos Borromeu tornou-se um estudioso aplicado e se destacou pela inteligência e sabedoria. Diplomou-se em direito canônico com apenas vinte e um anos. Um ano depois, entusiasmado com a fé e com grande ardor missionário, ele funda uma Academia para estudos religiosos. Esta academia teve total aprovação da Santa Sé.
 
Sobrinho do Papa Pio IV
Carlos Borromeu era sobrinho de Pio IV e isso o estimulava a seguir adiante no caminho da fé e não nas glórias humanas. Ele queria viver uma vida afastada, como monge. Porém, por causa de sua sabedoria e inteligência, com apenas vinte e quatro anos já era sacerdote e já tinha sido sagrado bispo de Milão. No cargo, ajudou a organizar a igreja e dedicou-se à evangelização.
 
Desejo de afastamento
São Carlos Borromeu sentindo-se bastante atraído pela vida monástica e contemplativa. Por causa disso, pensou seriamente em renunciar a seu cargo à frente da arquidiocese. Porém, seu amigo, o Venerável D. Frei Bartolomeu dos Mártires, então arcebispo de Braga, conseguiu dissuadi-lo dessa ideia. D. Bartolomeu o ajudou a perceber que, naquele século, repleto de maus exemplos dados pelo alto Clero, seria melhor que São Carlos Borromeu, um nobre, vindo de família milionária e sobrinho do Papa, desse um exemplo de vida pobre, humilde e santa como arcebispo. São Carlos Borromeu viu neste conselho a vontade de Deus e acatou, permanecendo arcebispo de Milão.
 
Exemplo de bispo
Seguindo os conselhos de Jesus e os de seu amigo D. Frei Bartolomeu, São Carlos Borromeu foi utilizando todos os seus bens (e eram muitos!) na construção de hospitais, albergues para os pobres, casas de formação para os sacerdotes e religiosos. Além disso, teve atuação forte no Concílio de Trento e levou adiante as reformas sugeridas por tal Concílio.
 
Reformas e perseguições
Promoveu a adoção de disciplina mais rígida para os padres e religiosos. Com isso, criou hostilidades com aqueles que não estavam dispostos a abrir mão de privilégios. Porém, não se preocupava com isso. Por causa da disciplina que instaurou para o clero, São Carlos Borromeu chegou a ser vítima de um atentado, enquanto estava em oração em sua capela. São Carlos Borromeu, porém, saiu ileso e perdoou generosamente aquele que atentara contra sua vida.
 
Peste negra
Em 1576 a peste negra chegou a Milão. Milhares de pessoas morreram. Mais de cem padres também faleceram, contaminados pela peste quando ajudavam os doentes. São Carlos Borromeu foi bastante atuante em meio a essa mortandade. Visitava e dava assistência a todos os contaminados que conseguia. Levava a eles os sacramentos da Igreja e o consolo da fé, no meio da dor do sofrimento. Não tinha receio nem precauções ao se misturar com os doentes. Sofrendo por ver tantas mortes de inocentes, flagelou-se em praças públicas pedindo perdão a Deus, exercendo seu sacerdócio em nome de seu povo.
 
Morte
Este trabalho incansável, porém, consumiu suas forças. Tanto que, um dia, a febre o pegou. Ela não o matou de vez, mas tirou-lhe as forças minou seu corpo lentamente. Depois disso, conseguiu fazer muito menos e, alguns anos depois, faleceu com apenas quarenta e seis anos. Antes de morrer, proclamou-se feliz por ter seguido, em toda a sua vida, os ensinamentos de Cristo e pela graça de poder encontrar-se com o senhor de coração puro. Faleceu em 4 de novembro de 1584, estando em sua sede episcopal. Sua canonização foi celebrada pelo Papa Paulo V em 1610.
 
Oração a São Carlos Borromeu
“Ó Deus, que aos vossos pastores associastes São Carlos Borromeu, animado de ardente caridade e da fé que vence o mundo, dai-nos, por sua intercessão, perseverar na caridade e na fé, para participarmos de sua glória. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso filho, na unidade do Espírito Santo. Amém. São Carlos Borromeu, rogai por nós.”
 
Oração feita por São Carlos Borromeu dirigida ao Anjo da Guarda
“Meu bom Anjo da Guarda, não sei quando e de que modo irei morrer. É possível que eu seja levado de repente ou que, antes do meu último suspiro, eu me veja privado das minhas capacidades mentais. E há tantas coisas que eu quereria dizer a Deus, no limiar da Eternidade... Por isso hoje, com a plena liberdade da minha vontade, venho pedir, Anjo da minha guarda, que faleis por mim nesse temível momento. Direis, então, ao Senhor, meu bom Anjo da Guarda:
 
- Que quero morrer na Santa Igreja Católica Apostólica Romana, no seio da qual morreram todos os santos, depois de Jesus Cristo, e fora da qual não há salvação.
 
- Que peço a graça de participar nos méritos infinitos do meu Redentor e que desejo morrer pousando meus lábios na Cruz que foi banhada com o Seu Sangue.
 
- Que aborreço e detesto os meus pecados que ofenderam a Jesus e que, por amor a Ele, perdoo os meus inimigos, como eu próprio desejo ser perdoado.
 
- Que aceito a minha morte como sendo da vontade de Deus e que, com toda a confiança, me entrego ao Seu amável e Sacratíssimo Coração, esperando em toda a sua misericórdia.
 
- Que, no meu inexprimível desejo de ir para o Céu, me disponho a sofrer tudo quanto a Sua soberana Justiça haja por bem infligir-me.
 
Não recuseis, ó Santo Anjo da minha guarda, ser o meu intérprete junto de Deus e expor diante dEle que estes são os meus sentimentos e a minha vontade. Amém.”

sexta-feira, 1 de novembro de 2019

SANTOS DO DIA -PARTE 2 -

OS SANTOS



Santo (do termo latino sanctu, "estabelecido segundo a lei", "que se tornou sagrado") é tudo aquilo que é sagrado, ou seja, que está conforme os preceitos religiosos e a divindade [Salmos 15/16, 3] [Mateus 5, 3-12].
Para o Cristianismo e Catolicismo, "santo" é todo aquele que já está no céu, junto de Deus, aguardando a parúsia (segunda vinda de Cristo) [Apocalipse 5, 7-10 e 8, 2-4] [2 Macabeus 15, 6-17]. Aqueles que a Igreja Católica reconhece como santos, através da canonização, [1] são as pessoas que desempenharam uma obra admirável, ou cuja vida serve de testemunho aos demais católicos [1 Cor 12, 31]. Na Igreja Ortodoxa e na Igreja Anglicana, pessoas reconhecidas por virtudes especiais podem receber, também, o título de Santo, porém a Igreja Católica foi a que mais gerou santos na sua História. Esse título denota que, além de grande caráter, a pessoa está na graça de Deus (no Céu), mas a falta desse reconhecimento formal não significa necessariamente que o indivíduo não seja um santo. Aqueles santos que não possuem o reconhecimento formal da Igreja Católica recebem o título de Santos Anônimos. Para celebrar a honra desses santos, foi instituído  DIA 2 DE NOVEMBRO o “Dia de Todos-os-Santos”  pelo Papa Gregório III.

Dia de todos os santos

Na Igreja Católica, o dia de "Todos os Santos" é celebrado no dia 1 de novembro e o de "Finados" no dia 2 de novembro. Esta tradição de recordar (fazer memória) os santos está na origem da composição do calendário litúrgico, em que constavam, inicialmente, as datas de aniversário da morte dos cristãos martirizados como testemunho pela sua fé, realizando-se, nelas, orações, missas e vigílias, habitualmente no mesmo local ou nas imediações de onde foram mortos, como acontecia em redor do Coliseu de Roma. Posteriormente tornou-se habitual erigirem-se igrejas e basílicas dedicadas a sua memória nesses mesmos locais.

CONTINUAÇÃO DOS SANTOS DE CADA MÊS

JULHO

1º /07 -  SÃO GALO

19/07 -  SÃOSERAFIM


 03/09 - SÃO GREGRÓRIO

04/09-  SANTA ROSÁLIA

05/09 - SANTA TERESA DE CALCUTÁ

08/09 NOSSA SENHORA DA NATIVIDADE

10/09 - SÃO NICOLAU TOLENTINO

11/09 -  SÃO JOÃO GABRIEL PERBOYRE

 14/09 -  EXALTAÇÃO DA SANTA CRUZ

15/09 -  NOSSA SENHORA DAS DORES

19/09 -  SÃO JANUÁRIO

20/09 -  SANTO ANDRÉ KIM

21/09 -  SÃO MATEUS

23/09 SÃO PADRE PIO

24/09 - SÃO GERARDO SEGREDO

25/09 -  SANTA AURÉLIA E NEOMÍSIA

26/09 - SÃO COSME E SÃO  DAMIÃO 

28 / 09 - SÃO WENCESLAU 

29/09 -  SÃO MIGUEL,SÃO GABRIEL E SÃO RAFAEL

30/09 -  SÃO JERÔNIMO

OUTUBRO

01/10  - SANTA TEREZA DO MENINO  JESUS

02/10 -  SANTOS ANJOS DA GUARDA

03/10 - SÃO DIONISIO AREOPAGITA

04/10 - SÃO FRANCISCO DE ASSIS

05/10 - SÃO BENEDITO

11/10 -  SÃO MARTINHO DE TOURS

12/10 -  NOSSA SENHORA DE APARECIDA

15/10 -  SANTA TERESA DE ÁVILA

16/10  - SANTA EDWIRGES

17/10 -  SANTO INÁCIO DE ANTIOQUIA

18/10 - SÃO LUCAS EVANGELISTA

20/10 - SANTA MARIA BERTÍLÇIA

21/10 - SANTA ÚRSULA

22/10 - SANTA MARIA SALOMÉ

22/10 - SÃO JOÃO PAULO II

23/10 - SÃO JOÃO DE CAPISTRANO

25/10 - FREI GALVÃO

27/10 - SÃO FRUMENCIO

28/10 - SÃO JUDAS TADEU

29/10 - SÃO NARCISO

30/10 - SÃO MARCELO

31/10 - SANTO AFONSO  RODRIGUES

 


segunda-feira, 28 de outubro de 2019

São Judas Tadeu - 28 de Outubro -

São Judas  Tadeu- 28/10 - 



Origem
São Judas Tadeu é um dos doze apóstolos de Jesus. Era filho de Cléofas (irmão de São José) e de Maria de Cléofas (irmã de Nossa Senhora). Assim, ele era primo de Jesus. Diziam que se parecia muito com o Mestre. São Judas era também irmão de São Tiago, chamado “O Menor”, e de São Simão. Ambos discípulos de Jesus. O nome Judas significa “Deus seja louvado”.
Bodas de Caná
Alguns estudiosos chegam a cogitar na possibilidade de São Simão, ser o noivo do casamento em Caná da Galiléia, onde Jesus operou seu primeiro milagre, transformando água em vinho. São Judas teria presenciado o milagre e esta pode ter sido a causa de ele ter se tornado discípulo de Jesus. Lucas também chama Judas de "Zelote" - Lc 6,15. Alguns estudiosos afirmam que "zelote" significa zeloso. Outros afirmam que ele poderia ser membro do movimento revolucionário dos zelotes, que lutavam contra a dominação romana em Israel.
Escritor São Judas Tadeu
São Judas é o autor da menor carta do Novo Testamento: "A Carta de Judas". A epístola de Judas foi escrita com muito amor e dedicação. Judas se preocupava com a pureza da crença na pessoa de Jesus Cristo e com a boa imagem dos cristãos perante a população. Talvez ele até quisesse escrever algo diferente, mas ao ouvir os falsos relatos de alguns cristãos, decidiu escrever esta carta chamando a atenção e alertando toda a Igreja nascente para terem cuidado com os falsos profetas.
Martírio
A história, baseada nos escritos apócrifos da "Paixão de Simão e Judas", relata que depois de anunciar o Reino de Deus no Egito, Simão encontrou-se com Judas e eles foram evangelizar a Pérsia. Escritos do século VI descrevem o martírio de ambos.
Simão e Judas foram martirizados na Pérsia, na cidade de Sufian. Eles foram mortos por pregarem destemidamente a fé em Jesus Cristo. Por causa da pregação deles, grande foi o número de persas que se converteram ao cristianismo. Isso incomodou os poderosos da Pérsia. Por isso, foram condenados à morte. Vários estudiosos das escrituras acreditam que São Judas foi decapitado por carrascos que usavam como ferramenta o machado afiado. Esta era a pena capital mais usada pelos persas na época.
Muitos se converteram ao verem o testemunho destemido de São Judas diante da morte. O corpo de São Judas está sepultado na Basílica de São Pedro, no Vaticano. O Papa Paulo III escreveu uma bula concedendo indulgência plenária para todos aqueles que rezarem em seu túmulo no dia 28 de outubro, dia da sua festa.
Representação de São Judas Tadeu
Na arte cristã, São Judas Tadeu é representado como um homem segurando um machado, como referência à maneira pela qual ele foi martirizado.
Devoção a São Judas Tadeu
Acredita-se que as relíquias de São Judas Tadeu possam estar nas cidades de Rheims e Touluse, na França. Há séculos, São Judas é venerado pelos cristãos como um dos santos mais populares da Igreja. Ele é invocado como o “Santo das Causas Perdidas”.
Intercessão de São Judas Tadeu
 Muitas vezes São Judas Tadeu é confundido com Judas Iscariotes, aquele que traiu Jesus por 30 moedas. Por isso, o nome Judas caiu na desonra e passou a ter um significado de traidor, criminoso, assassino, desprezível ou diabólico. Santa Brígida diz que Jesus quis reparar esse mal. Ao aparecer a Brígida da Suécia, que vivia um momento difícil em sua vida, Jesus disse para ela pedir a intercessão de São Judas Tadeu, pois Ele, Jesus, queria conceder graças às pessoas do mundo todo. Por isso, ainda hoje, a devoção a São Judas Tadeu é forte em todo o mundo. São tantas as graças alcançadas pela intercessão do Santo que ele é conhecido como o advogado das causas perdidas ou difíceis de serem resolvidas.
SIMBOLOS
A imagem de São Judas Tadeu
 Revela muito sobre a vida deste que foi um dos doze apóstolos de Jesus. Além de discípulo e apóstolo, Judas Tadeu era também primo de Jesus, filho de Cléofas, irmão de São José, e de Maria de Cléofas, irmã de Nossa Senhora. Era irmão de Tiago Menor e de Simão. Ele é o autor da 'Carta de Judas', o menor livro do Novo Testamento. Na carta, ele pede para os fiéis daquela época afastarem-se dos falsos profetas. Vamos entender os símbolos contidos em sua imagem.
O manto vermelho de São Judas
O manto vermelho de São Judas nos fala que ele foi martirizado. Mártir é todo aquele que dá sua vida por causa da fé em Jesus Cristo. Assim aconteceu com São Judas no ano 70. Depois de pregar o Evangelho na Galileia, Samaria e outras cidades judaicas, ele foi anunciar Jesus Cristo na Síria, Armênia e Pérsia, onde se juntou ao apóstolo Simão. Na região da Mesopotâmia ele foi preso por sacerdotes pagãos e obrigado a prestar culto a uma deusa. Como se recusou proclamando sua fé em Jesus Cristo, foi morto. Sua morte, porém, fez nascer um grande número de cristãos na região, quando viram que ele preferiu morrer a negar Jesus.
A lança e o machado de São Judas
A lança e o machado de São Judas nos revelam o instrumento de seu martírio. São Judas foi morto a machadadas pelos sacerdotes pagãos. Além de machado, esta arma é também uma lança. Para os mártires, o instrumento do martírio se torna instrumento de glória celestial, como aconteceu com a Cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo.
A túnica verde de São Judas
A túnica verde de São Judas representa a vitória da vida sobre a morte. No simbolismo cristão, a cor verde representa a vida que vence a morte. Assim, a imagem de São Judas nos conta que, apesar de ter sido morto de maneira tão trágica, ele venceu a morte em Jesus Cristo e está na glória do céu.
O livro na mão de São Judas
O livro na mão de São Judas representa sua missão de Apóstolo. Representa a carta que ele escreveu e que está contida no Novo Testamento e representa também a pregação que ele fez por todos os lugares onde andou, levando a Boa Nova de Cristo.
O medalhão de São Judas
Algumas imagens de São Judas o representam portando um medalhão com a face de Jesus Cristo no peito. Este medalhão representa a fé inabalável que São Judas Tadeu teve em seu primo, Mestre e Senhor, a ponto de morrer por ele.
Curiosidades
São Judas Tadeu ficou um pouco esquecido entre os cristãos por causa de seu nome, parecido com o do traidor de Jesus, Judas Iscariotes. Mas numa aparição a Santa Brígida, o próprio Jesus pediu para que ela divulgasse a devoção a São Judas dizendo: 'Invocai com grande confiança ao meu apóstolo Judas Tadeu. prometo socorrer a todos quantos por seu intermédio a mim recorrerem.' Por isso, os cristãos passaram a recorrer ao santo. Ele é considerado o advogado das causas perdidas, desesperadas ou muito difíceis de se resolver por causa dessas palavras de Jesus e por causa de seu testemunho de vida e de martírio.
Oração de São Judas Tadeu.
São Judas Tadeu, glorioso apóstolo, fiel servo e amigo de Jesus, o nome do traidor é causa de serdes esquecido por muitos, mas a Santa Igreja honra-vos e invoca-vos universalmente como padroeiro de casos desesperados, sem remédio. Intercedei por mim que sou tão miserável pondo em prática, eu vo-lo rogo, o privilégio particular que vos é concedido a fim de trazer ajuda pronta e visível onde isso é quase impossível. Vinde valer-me nessa grande necessidade para que eu possa receber as consolações e socorros do Céu em todas as minhas aflições, necessidades e sofrimentos, particularmente (aqui dizer a graça que deseja obter...) e que possa bendizer a Deus convosco e todos os eleitos por toda a eternidade. Eu vos prometo, bem aventurado São Judas Tadeu, ter sempre presente esta grande graça e não cessar de honra-vos, como meu especial e poderoso Padroeiro e farei quanto possa para espalhar a devoção para convosco. Amém. 

São Judas Tadeu, rogai por nós, e por todos os que vos honram e vos invocam.

terça-feira, 22 de outubro de 2019

São João Paulo II - 22 de Outubro -

JOÃO PAULO II - 22/10 -




João Paulo II nasceu em Wadowice, na Polônia, em 18 de maio de 1920. Era o caçula dos três filhos de KarolWojtyla, um suboficial do exército, e Emília Kaczorowska. Sua irmã, Olga, morreu antes de seu nascimento. Sua mãe faleceu quando ele tinha 9 anos. Depois faleceu seu irmão Edmund, médico, quando Karol tinha 12 anos. E, aos 21 anos de idade, com o falecimento de seu pai, ele ficou sozinho no mundo.
Vida de João Paulo II
Karol foi batizado em 25 de junho de 1920, com menos de um mês de vida. Aos 9 anos fez a Primeira Comunhão e, aos 18, recebeu o sacramento do Crisma. Em 1938, com 18 anos, se matriculou numa escola de teatro, universidade Jagellonica. Quando as forças de ocupação nazistas fecharam a universidade em 1939, o jovem Karol foi trabalhar numa indústria química (Solvay) para se sustentar e para não ser deportado para a Alemanha.
Vocação sacerdotal
A partir de 1942, sentindo a vocação para o sacerdócio, começou a estudar no seminário clandestino na cidade de Cracóvia, dirigido pelo arcebispo Adam Stefan Sapieha. Após a II Guerra Mundial, continuou seus estudos no seminário maior de Cracóvia, novamente aberto, e na faculdade de teologia da universidade Jagellonica. Foi ordenado sacerdote em 1 de novembro de 1946, pelo arcebispo Sapieha.
Em seguida foi enviado a Roma, onde se tornou Doutor em teologia em 1948. Voltou a Cracóvia sendo vigário em diversas paróquias e, em 1953, passou a lecionar Teologia Moral e também Ética Social, ambos na faculdade de Teologia de Lublin.
 Em 4 de julho de 1958 foi nomeado bispo titular de Olmie, também, auxiliar de Cracóvia. Assim, recebeu a consagração episcopal no dia 28 de setembro de 1958. E no dia 13 de janeiro de 1964 foi nomeado arcebispo de Cracóvia pelo Papa Paulo VI, que o fez Cardeal em 26 de junho de 1967.
O Cardeal Wojtyla participou ativamente do Concílio Vaticano II, que aconteceu nos anos 1962-1965. Ele teve importante atuação no desenvolvimento de um dos principais documentos do Concílio chamado Constituição GaudiumetSpes. Além disso, ele tomou parte em cinco Sínodos Episcopais antes de serpapa.
Pontificado de João Paulo II
KarolWojtyla foi eleito papa no dia 16 de outubro, no ano 1978. Ele tinha 58 anos. Ele escolheu como nome papal João Paulo II. Ele foi o 263º sucessor de São Pedro. Seu pontificado foi o terceiro mais longo da história, durando quase 27 anos. João Paulo II exerceu sua missão de maneira incansável e um grande espírito evangelizador. Realizou 104 viagens apostólicas fora da Itália e 146 no interior do país. Visitou 317 das 333 paróquias romanas.
Mais do que todos os seus predecessores, ele se encontrou com o povo de Deus e com centenas de líderes nacionais. Mais de 17 milhões de peregrinos participaram de 1166 Audiências Gerais celebradas na quarta-feira. Foram 38 visitas oficiais a chefes de governo, 738 audiências ou encontros chefes de estados e 246 encontros com Primeiros Ministros.
Ele deu início às Jornadas Mundiais da Juventude em 1985, e os encontros mundiais das famílias em 1994.
João Paulo II fez questão de promover o diálogo entre representantes de outras religiões e judeus. Ele convocou encontros de oração pela paz, realizados especialmente na cidade de Assis.
Sob seu pontificado, a Igreja entrou no terceiro milênio com a celebração do Grande jubileu do Ano 2000.
João Paulo II realizou numerosas cerimônias de beatificação e canonização para mostrar exemplos de santidade nos dias de hoje. Ele celebrou 147 cerimônias de beatificação em que proclamou 1338 beatos, e 51 canonizações, com 482 novos santos. Ele escreveu como papa,15 exortações apostólicas, 14 encíclicas e ainda 11 constituições apostólicas e 45 cartas apostólicas. Além disso, escreveu 5 livros.  Promulgou o Catecismo da Igreja Católica, promoveu a reforma do Código de Direito Canônico, a reforma no Código das Igrejas Orientais e a grande reorganização da Cúria Romana.
Falecimento
O Papa João Paulo II faleceu no dia 2 de abril de 2005, com sua saúde débil e o agravamento da doença de Parkinsonaos aos  85 anos de idade e quase 27 de pontificado. Mais de três milhões de peregrinos lhe renderam homenagens. Em 28 de abril, apenas 26 dias após sua morte, o Papa Bento XVI abriu o processo de beatificação de seu antecessor. Bento XVI dispensou os cinco anos costumeiramente esperados depois da morte do pretendente.
Devoção a João Paulo II
O milagre que levou a Igreja a reconhecer João Paulo II como beato, foi a cura de uma freira francesa. Ela sofria de mal de Parkinson, doença incurável. Sua superiora sugeriu que ela pedisse a intercessão do papa João Paulo II que tanto sofreu com a mesma doença. A freira obedeceu, pediu a intercessão de João Paulo e foi curada milagrosamente. Por isso, numa santa missa para a qual acorreram mais de um milhão de fiéis no Vaticano, o Papa Bento XVI anunciou ao mundo que o João Paulo II pode ser venerado como Beato da Igreja Católica. A beatificação aconteceu num belo domingo:  1 de maio de 2011.
 
Oração pedindo a intercessão de João Paulo II
Ó Trindade Santa, nós vos agradecemos por ter dado à Igreja o papa João Paulo II e por ter feito resplandecer nele a ternura da vossa Paternidade, a glória da cruz de Cristo e o esplendor do Espírito de amor. Confiado totalmente na vossa infinita misericórdia e na materna intercessão de Maria, ele foi para nós uma imagem viva de Jesus Bom Pastor, indicando-nos a santidade como a mais alta medida da vida cristã ordinária, caminho para alcançar a comunhão eterna convosco.
 Segundo a vossa vontade, concedei-nos, por sua intercessão, a graça que imploramos, na esperança de que ele seja logo inscrito no número dos vossos santos. Amém.