Blog da Cidha Cunha

quinta-feira, 28 de junho de 2018

Resumo de livros (Literatura Brasileira)

Literatura Brasileira


A Literatura é a técnica de compor e expor textos escritos, em prosa ou em verso, de acordo com princípios teóricos e práticos; o exercício dessa técnica ou da eloquência e poesia.
O primeiro documento existente que possa ser considerado literatura brasileira é a Carta de Pero Vaz de Caminha, escrita por Pero Vaz de Caminha a Manuel I de Portugal e que continha uma descrição de como o território brasileiro parecia em 1500. Revistas de viajantes e tratados descritivos sobre a "América Portuguesa" dominaram a produção literária nos dois primeiros séculos do Brasil, incluindo contos conhecidos de Jean de Léry e Hans Staden, cuja história de seu encontro com povos tupis na costa de São Paulo foi extraordinariamente influente para as concepções europeias do chamado "Novo Mundo”.
Apresento os clássicos da literatura brasileira em resumos fáceis. Os livros cobrados no vestibular e no ensino médio aparecem aqui mais  simplificados para facilitar a vida do estudante. São muitas obras, mas deixo aqui para estudos, algumas que considero de uma  leitura simples e objetiva de fácil compreensão.


   












    


















sexta-feira, 1 de junho de 2018

INTERVENÇÃO MILITAR


UM POUCO SOBRE INTERVENÇÃO MILITAR



Intervenção militar significa o uso das forças militares (Exército, Marinha e Aeronáutica) para controlar determinada situação num país.A intervenção militar, como forma de controlar os poderes de um país (Legislativo, Executivo e Judiciário), pode ser considerada um golpe de Estado, ou seja, uma maneira ilegal de derrubar um governo constitucionalmente legítimo.

Intervenção militar no Brasil

No Brasil, a intervenção militar representou um período que ficou historicamente marcado por ser a Ditadura Militar brasileira, entre os anos de 1964 e 1985 (mais de 20 anos). 
No dia 1 de Abril de 1964, o governo de João Goulart (após renúncia do presidente Jânio Quadros) foi deposto e o regime militar teve início alguns dias depois, a partir de um golpe de Estado. O fim da ditadura militar no Brasil aconteceu em 1985, sendo João Figueiredo o último presidente deste período.
Algumas manifestações feitas entre 2014 e 2015, contra o governo brasileiro, pediam a intervenção militar como solução para resolver questões referentes à economia, corrupção e segurança nacional. No entanto, os manifestantes que exigem este tipo de intervenção, normalmente, desconhecem as consequências que este ato traria para o direito democrático da sociedade.

Intervenção militar constitucional 

A intervenção militar, como forma de "tomar as rédeas" do governo brasileiro, é uma ação totalmente inconstitucional, sendo previsto em lei que as Forças Armadas, ao contrário de ameaçar o sistema democrático, os Três Poderes e a soberania da Presidência, deverá protegê-los. 
Assim sendo, a chamada "Intervenção militar constitucional" é um equívoco baseado na má interpretação do artigo 142 da Constituição Federal (CF).
"Art.142. As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem".
Ou seja, as Forças Armadas devem fazer a lei se cumprir, e a lei diz ser obrigação dos militares defenderem a autoridade suprema do Presidente da República, e não ameaçá-la.

O que é preciso para uma intervenção militar?

Para que possa acontecer uma intervenção militar é preciso que outras possibilidades de manutenção da ordem social e da segurança pública já tenham sido usadas e não tenham sido suficientes.
É importante saber que a intervenção militar é uma medida que só poderia ser adotada em situações específicas e extremas. Esse conceito é encontrado no §2º do artigo 15 da Lei Complementar nº 97/99, que define quais são as regras para o uso das Forças Armadas no país.
De acordo com esse artigo, as Forças Armadas podem atuar para garantir a ordem no país depois que as outras hipóteses de garantia da ordem pública já tenham sido esgotadas. Além disso, a lei determina que a decisão para a intervenção das Forças Armadas deve vir do Presidente da República.
O artigo 142 da CF define que a função das Forças Armadas é ligada à proteção dos Três Poderes, além da proteção a possíveis invasões de outros Estados no território brasileiro. Sendo assim, não se pode confundir esse conceito de proteção das Forças Armadas com uma intervenção militar.
Para que a intervenção possa acontecer é preciso que o governo faça uma análise da crise existente e de quais são as possíveis consequências para o país. A partir do resultado dessa análise pode passar a existir a possibilidade que justifique uma intervenção militar.
Também é determinado pela lei que a intervenção precisa ser obrigatoriamente temporária e limitada e deve ter a área de atuação previamente definida.

Pedido de intervenção militar
O pedido de intervenção militar só pode ser feito pelo:
  • Presidente da República,
  • Chefe de um dos Três Poderes (Presidente do Senado Federal, da Câmara dos Deputados ou do Supremo Tribunal Federal).
Discussão jurídica sobre a intervenção militar
A Constituição Federal não usa a expressão “intervenção militar” em nenhum dos seus artigos, ainda que faça referência ao uso das Forças Armadas em situações extremas de crise.
Existe uma discussão jurídica sobre o tema, especialmente quanto à possibilidade de que uma intervenção militar possa caracterizar um golpe de Estado, como aconteceu no período da ditadura militar.
Existem autores que entendem que o uso das Forças Armadas em situações específicas, como é previsto na Constituição Federal, não é o mesmo que intervenção militar. Para esses autores uma intervenção militar é considerada sempre inconstitucional.

Quais podem ser as consequências de uma intervenção militar?
Se uma intervenção militar acontecer ela pode causar algumas alterações no modo de funcionamento do Estado.
Na intervenção o Estado pode perder temporariamente a capacidade sobre algumas decisões, que passam a ser tomadas pelos militares responsáveis pela intervenção – chamados de interventores.
Uma intervenção também pode alterar a rotina dos cidadãos porque podem acontecer operações militares preventivas (e em alguns casos repressivas) com o objetivo de retomar a segurança pública no país. 




terça-feira, 22 de maio de 2018

PIADA COM CAPACITISMO



Capacitismo é um termo utilizado para descrever a discriminação, opressão e abuso advindos da noção de que pessoas com necessidades especiais são inferiores às pessoas sem deficiência. Que torna essas pessoas  “incapazes” de outras atividades “normais”. Desse modo, são incluídas no grupo das minorias  e muitos de seus direitos são negados.Sendo assim, sua luta política é invisibilizada e muito pouco mencionada. E, pior que isso, sua voz não é ouvida.
Assim, surgiu a ideia da campanha virtual #écapacitismoquando, em que as pessoas com necessidades especiais relatam, na internet, experiências que vivenciaram ao longo de suas vidas. Sempre vemos campanhas para conscientização sobre o direito dessas pessoas errando em suas propostas, seja por não apresentarem modelos com deficiência ou por demonstrarem falta de compreensão do tema, reduzindo o assunto a estereótipos de superação ou assistencialismo. Entretanto, desta vez a iniciativa surgiu do próprio público-alvo, utilizando a força das mídias sociais.
A campanha tem sucesso também no  Facebook chamado “Luta contra o capacitismo” conseguiram uma adesão surpreendente das pessoas com deficiência. Pela primeira vez, elas se identificavam com este tipo de campanha. Por meio da hashtag, surgiram diversos relatos pessoais, estudos acadêmicos e diversos tipos de material explicando e expondo situações capacitistas presentes no dia a dia. O movimento conquistou também a atenção das pessoas sem deficiência que se viram nos depoimentos do evento e começaram a desconstruir e rever suas atitudes. Seguindo a # da campanha, você poderá ver exemplos.
Podemos ainda mencionar o capacitismo que ocorre em aplicativos e sites de relacionamento. Muitos usuários saem do chat assim que “descobrem” a “deficiência”. Isso revela que há uma forma de silenciamento para com os portadores de necessidades especiais, quando o assunto é a sexualidade. Os “não-deficientes” tendem a nos enxergar como “assexuados” pornatureza, causando espanto e desconforto quando o assunto é tratado com naturalidade e de forma madura. Esse isolamento faz com que o grupo muitas vezes busque se realizar entre si. Inclusive, há locais específicos para isso na web.
Capacitistas costumeiramente veem deficiência como um erro na vida, um jeito incorreto de se viver e portanto costumam negar qualquer experiência de vida dessas pessoas .
É bom lembrar que sentir pena, lamentar ou idealizar a pessoa com necessidades especiais  é capacitismo da mesma forma.Também é quando, por exemplo, tratam essa pessoa  como criança, quando acham que uma pessoa com deficiência mental é “burra”, quando acham que uma pessoa cadeirante é uma pobre coitada e saem empurrando a cadeira dela sem nem perguntar se pode, é quando negam a limitação da pessoa pra culparem ela por algo que ela não tem controle, é quando agridem verbalmente e fisicamente essas pessoas.
Diga não ao Capacitismo!
Usar xingamentos capacitistas nunca é legal. Não é legal em propaganda, não é legal quando nos referimos à pessoas ou coisas. Não é legal chamar alguém dessas coisas.
Exemplos de capacitismos: “estúpido”, “retardado”, “maluco”, “capenga”, “doido”, “imbecil”.
Uma boa alternativa ao uso desses termos poderia ser pensar melhor no que você está tentando dizer antes de falar, tentar dizer o que você quer ao invés de tomar atalhos e acabar insultando pessoas com necessidades especiais.
 Quando vocês usam esses termos, inconscientemente ou não, estão debochando das pessoas que possuem esses problemas. Vocês comparam alguém a quem tem isso como se fosse repreensível ter esses problemas. Isso trabalha muito a favor da exclusão de pessoas com desordens mentais de modo geral.
 "Mongolóide", "mongol", "mongo" e suas variações: Não só é capacitista como também é racista/xenofóbico. Em 1860, John Langdon Down começou a classificar os pacientes conhecidos como “idiotas”, e percebeu que o grupo tinha uma aparência similar. Citando um arredondamento do rosto, formato dos olhos e outras características físicas, escreveu: “Um grande número de idiotas congênitos são típicos mongóis”.
Julie Coleman, professor de Inglês na Universidade de Leicester, diz que Down acreditava que “essas pessoas voltaram a um estado anterior da humanidade, que é ser mongol”, é importante observar também que esta conclusão de Down veio cerca de sete anos depois de Darwin começar a falar sobre evolução. Em 1965 a República Popular da Mongólia se queixou à Organização Mundial da Saúde que o termo era depreciativo em relação a eles, e foi substituído por Síndrome de Down. (fonte psiconlinews.com) Oligofrenia é uma doença que provoca o retardo no desenvolvimento mental de um indivíduo. Do grego “oligos”, que significa pouco, mais “phren”, que significa mente. Oligofrênico é um adjetivo que se refere àquele que sofre de oligofrenia.
A oligofrenia é uma doença que pode ser de origem hereditária, ou ser adquirida precocemente e que afeta o sistema nervoso central.
Associações de pessoas com deficiência, como a APAEUNICEF, têm recomendado a utilização de termos como "portadores de necessidades especiais", "Excepcionais", entre outros, no lugar de expressões como cretino, idiota, imbecil que, apesar de termos científicos oriundos do início da história da medicina, ao longo do tempo adquiriram um sentido conotativo de ofensa que dificulta sua inclusão social. Por outro lado, sua utilização foi um grande avanço para época em substituição da crença de indivíduos amaldiçoados ou possuídos pelo demônio.
Enfim, capacitismo é uma série de práticas e comportamentos (tanto conscientes quanto inconscientes) contra pessoas que possuem algum tipo de deficiência. As pessoas que praticam capacitismo têm uma tendência de achar que a “não-deficiência” é o normal e que pessoas que tem deficiências têm que se virar para se encaixar na norma ou se afastar das pessoas que não têm nenhuma deficiência.







 https://pt.wikipedia.org/wiki/Capacitismo


  


quinta-feira, 8 de março de 2018

Atualizando o blog. Finalmente!!!!


Depois de alguns anos afastada do blog , decidi retornar com as atualizações do blog. Não foi de meu agrado me afastar, porém há coisas na vida da gente que não ocorrem como planejamos. E temos que seguir em frente.
No período em que me afastei, fiquei mais tempo no instagram  e facebook , lembrando  também do whatsapp, no qual passava para amigas e conhecidos planejamentos de aula e  ideias de lembrancinhas. Ah! No instagram no  e facebook ,fiz várias postagens de viagens e trilhas feitas ao longo desses anos, sendo uma das minhas atividades favoritas agora. Também mudei de colégio e estou mais feliz nesse instante (isso ocorreu como planejei!) rsss
Mesmo afastada do blog, fiz algumas ações de divulgação de outros blogs e algumas parcerias, experiências ótimas e gratificantes, mas meu foco continua  sendo educação, lazer e espiritualide, Já que  não pretendo ser blogueira, por não concordar com algumas condições do mundo das blogueiras. Gosto muito do que fiz aqui no blog, mas não tenho a intenção de ser aquela  blogueira caçadora de patrocínio e de fazer de tudo para conseguir seguidores e parcerias, como vejo algumas fazerem. Então decidi voltar de forma mais light, para fazer justamente o que gosto, postar os assuntos que mencionei acima, sem o estresse da obrigação de fazer polêmicas  ou postagens forçadas. Geralmente farei os posts no final de semana e tentarei programar quanto conteúdo for possível. O que acontecer será fruto de uma progressão natural.
Paz e bem!





quinta-feira, 13 de abril de 2017

Professores entram no grupo de risco contra a gripe H1N1


A Campanha Nacional de Vacinação Contra a Influenza começa nesta segunda-feira(17),anunciou o Ministério da Saúde em coletiva de imprensa nesta quinta-feira.Este ano, a novidade é a inclusão dos professores da rede pública e privada no público alvo, com direito a receber a imunização gratuitamente no SUS. A campanha vai até 26 de maio e o dia de mobilização nacional está marcado para o dia 13.







A meta é vacinar 54,2 milhões de pessoas em todo o país.Crianças de 6 meses a 5 anos, gestantes, puérperas (mulheres que estão no período de até 45 dias após o parto), idosos, profissionais da saúde, povos indígenas, pessoas privadas de liberdade e pessoas portadoras de doenças crônicas e outras doenças que comprometam a imunidade continuam fazendo parte do público-alvo.
A contraindicação é para quem tem alergia severa a ovo.

Vacina protege contra três subtipos

A vacina disponível no SUS protege contra os três subtipos do vírus da gripe que mais circularam no país: A/H1N1; A/H3N2 e influenza B. Segundo o ministério, 60 milhões de doses de vacinas foram adquiridas, das quais 21,1 milhões de doses já foram distribuídas aos estados.

Os grupos prioritários devem se vacinar todos os anos, já que a imunidade contra os vírus cai progressivamente. Além disso, o vírus da gripe passa por mutações frequentes. Por isso, todo ano, a Organização Mundial da Saúde (OMS) faz uma previsão de quais serão os vírus Influenza que devem circular no inverno do hemisfério norte e do hemisfério sul com base em amostras de pacientes coletadas em centros sentinela distribuídos em todo o mundo.



 FONTE:  G1 Globo Notícias