quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017
Santa Margarida de Cortona - 22 de Fevereitro-
terça-feira, 21 de fevereiro de 2017
SÃO PEDRO DAMIÃO
São Pedro Damião nasceu em Ravena. Ao ficar órfão dos pais, viveu uma infância de dificuldades e sofrimentos.
Mas foi acolhido pelo irmão mais velho, chamado Damião, que o ajudou em sua iniciação aos estudos. Em sinal de gratidão, Pedro juntou seu nome ao dele, passando assim a ser conhecido como Pedro Damião. Aos 28 anos ingressou na Ordem Camaldulense e também fundou um grupo de mosteiros na Úmbria, tornando-se o centro das atividades reformadoras. Trabalhou firmemente para devolver à vida religiosa seu sentido de consagração total a Deus, na solidão e penitência. Por tantos feitos, São Pedro Damião também é conhecido como o Doutor da Igreja
História
O santo nasceu em 1007, em Ravena (Itália). Perdeu seus pais quando era criança e ficou sob os cuidados de um irmão que o tratou como escravo. Outro irmão, arcipreste de Ravena, se compadeceu e se encarregou de sua educação. Sentindo-se como um filho, Pedro adotou de seu irmão o nome Damião.
Desde jovem, São Pedro se acostumou à oração, vigília, jejum, convidava os pobres à sua mesa e lhes servia pessoalmente. Ingressou na vida monástica com os beneditinos da reforma de São Romualdo.
São Pedro Damião discerniu sua vocação à vida religiosa e entrou para a Ordem dos Camaldulenses, no mosteiro de Fonte Avellana, na Úmbria, onde religiosos austeros levavam vida de eremitas.
Diante das regras e do que ele via e percebia, era preciso uma renovação a começar por ele. Ao se abrir a ação do Espírito Santo, ao ser obediente às regras, outros também foram se ajuntando a Pedro Damião, fundaram outros mosteiros e deram essa contribuição.
A renovação de qualquer instituição passa pela renovação pessoal, e também é válido para os tempos de hoje. As reclamações, as acusações, as rebeliões nada renovam, mas a decisão pessoal, a abertura a Deus, isso sim, pode provocar, como provocou na vida e na história de São Pedro Damião, uma renovação.
Deus pediu mais, e ele foi servir de maneira mais próxima a hierarquia da Igreja, sendo conselheiro de um Papa. Foi Bispo de Óstia, lugar perto de Roma, e também foi escolhido como Cardeal.
Para dominar suas paixões, colocava cintos com espinhos (cilício) debaixo de sua camisa, açoitava-se e jejuava com pão e água. Mas, seu corpo, por não estar acostumado, ficou debilitado e começou a sofrer de insônia.
Foi assim que compreendeu que esses castigos não deviam ser tão severos e que a melhor penitência é a paciência com as penas que Deus permite que nos cheguem. Esta experiência lhe serviu, mais tarde, para acompanhar espiritualmente os outros.
Quando morreu o Abade, Pedro assumiu, por obediência, a direção da comunidade. Fundou outras cinco comunidades de eremitas e, em todos os monges, buscava que fomentassem o espírito de retiro, caridade e humildade. Dentre eles, surgiram São Domingos Loricato e São João de Lodi.
Vários Papas recorreram a São Pedro por seus conselhos. Em 1057, foi criado Cardeal e Bispo de Ostia, embora o santo sempre tenha preferido sua vida de eremita. Posteriormente, lhe seria concedido o desejo de voltar para o convento como simples monge, mas com a condição de que poderia ser empregado no serviço da Igreja.
Dedicou-se a enviar cartas a muitos Pontífices e pessoas de alto escalão para que se erradicasse a simonia, que era a compra ou venda do que é espiritual por bens materiais, incluindo cargos eclesiásticos, sacramentos, sacramentais, relíquias e promessas de oração.
Escreveu o “Livro Gomorriano” (fazendo alusão à cidade de Gomorra, do Antigo Testamento) e falou contra os costumes impuros daquele tempo. Do mesmo modo, escrevia sobre os deveres dos clérigos, monges e recomendava a disciplina mais do que o jejum.
Costumava dizer: “É impossível restaurar a disciplina uma vez que esta decai; se nós, por negligência, deixamos cair em desuso as regras, as gerações futuras não poderão voltar à observância primitiva. Guardemo-nos de incorrer em semelhante culpa e transmitamos fielmente a nossos sucessores o legado de nossos predecessores”.
Era uma pessoa severa, mas sabia tratar os pecadores com indulgência e bondade quando a prudência e a caridade o requeriam. Em seu tempo livre, costumava fazer colheres de madeira e outros utensílios para não permanecer ocioso.
O Papa Alexandre II enviou São Pedro Damião para resolver um problema com o Arcebispo de Ravena, que estava excomungado por certas atrocidades cometidas. Lamentavelmente, o santo chegou quando o Prelado tinha falecido, mas converteu os cúmplices, aos quais impôs uma penitência justa.
De volta a Roma, ficou doente com uma febre aguda, em um mosteiro fora de Faenza. Partiu para a Casa do Pai em 22 de fevereiro de 1072. Dante Alighieri, no canto XXI do Paraíso, coloca São Pedro Damião no céu de Saturno, destinado aos espíritos contemplativos. Foi declarado Doutor da Igreja em 1828.
Oração a São Pedro Damião
Ó Deus, nós Te suplicamos,
Que todos os homens possam encontrar-Te
Pessoalmente e responder-Te com a mesma fé de Abraão,
Dos apóstolos e dos santos.
São Pedro Damião, rogai por nós.
Amém.
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017
São Francisco e Santa Jacinta - 20 de Fevereiro -
São Francisco e Santa Jacinta - 20/02 -
No ano de 1908, nasceu Francisco Marto. Em 1910, Jacinta Marto. Filhos de Olímpia de Jesus e Manuel Marto. Eles pertenciam a uma grande família, e eram os mais novos de nove irmãos. A partir da primavera de 1916, a vida dos jovens santos portugueses sofreria uma grande transformação: as diversas aparições do Anjo de Portugal (o Anjo da Paz) na “Loca do Cabeço” e, depois, na “Cova da Iria”. A partir de 13 de maio de 1917, Nossa Senhora apareceria por seis vezes a eles.
O mistério da Santíssima Trindade, a Adoração ao Santíssimo Sacramento, a intercessão, o coração de Jesus e de Maria, a conversão, a penitência; tudo isso e muito mais foi revelado a eles pelo Anjo e também por Nossa Senhora, a Virgem do Rosário. Na segunda aparição, no mês de junho, Lúcia (prima de Jacinta e Francisco) fez um pedido a Virgem do Rosário: que ela levasse os três para o Céu. Nossa Senhora respondeu-lhe: “Sim, mas Jacinta e Francisco levarei em breve”. Os bem-aventurados vivenciaram e comunicaram a mensagem de Fátima. Esse fato não demorou muito. Em 4 de abril de 1919, Francisco, atingido pela grave gripe espanhola, foi uma das primeiras vítimas em Aljustrel. Suas últimas palavras foram: “Sofro para consolar Nosso Senhor. Daqui, vou para o céu”.
Jacinta Marto, modelo de amor que acolhe, acolheu a dor na grave enfermidade, tendo até mesmo que fazer uma cirurgia sem anestesia. Tudo aceitou e ofereceu, como Nossa Senhora havia lhe ensinado, por amor a Jesus, pela conversão dos pecadores e em reparação aos ultrajes cometidos contra o coração imaculado da Virgem Maria. Por conta da mesma enfermidade que atingira Francisco, em 20 de fevereiro de 1920, ela partiu para a Glória. No dia 13 de maio do ano 2000, o Papa João Paulo II esteve em Fátima, e do ‘Altar do Mundo’ beatificou Francisco e Jacinta, os mais jovens beatos cristãos não-mártires.
Papa Francisco canonizou os dois pastorinhos no dia 13 de maio durante a sua visita a Portugal por ocasião das comemorações do Jubileu de 100 anos das aparições de Nossa Senhora em Fátima.
Oração de
São Francisco e Santa Jacinta Marto
Deus de
bondade e fonte de santidade,que fizestes dos Santos Francisco e Jacinta Marto
duas
candeias para iluminar a humanidade, exaltai os humildes que na Vossa luz veem
a luz,
a fim de que
a todos seja dado contemplar os caminhos que conduzem ao Vosso coração.
Por Nosso
Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito
Santo.
Amem.
Santo Francisco
e Santa Jacinta, rogai por nós!
*A vida de São Francisco Marto e Santa Jacinta Marto
domingo, 19 de fevereiro de 2017
São Gabino - 19 de Fevereiro -
Origens
Gabino nasceu por volta do ano 250 na região conhecida como Dalmácia, atual Bósnia. Pertencia a uma família nobre, romana e cristã, fixada naquela região. Quando adulto, foi viver em Roma. Seu objetivo era aproximar-se da Igreja, mesmo sabendo dos perigos que correria. A vida em Roma, porém, reservava-lhe grandes surpresas.
Senador e casado
Em Roma, Gabino tornou-se senador, talvez por causa de sua origem
nobre. Depois, veio a se casar e teve uma filha chamada Susana. Mas sua esposa
faleceu jovem e Gabino decidiu se tornar padre. Fez com que sua casa se
transformasse numa igreja. Consagrou Suzana a Jesus Cristo e educou-a ajudado
por seu irmão Caio, que já era padre. Juntos, os dois exerciam um apostolado
fecundo. Pregavam o Evangelho, convertiam pagãos, ministravam a comunhão e
fortaleciam a Igreja num período de pausa nas perseguições.
Parente do imperador
Segundo alguns registros da época, Gabino era parente do imperador
Diocleciano. Por isso, em certa ocasião, Diocleciano quis que a filha de Gabino
se tornasse sua nora. Gabino, porém, não
permitiu. A filha também, por sua vez, não queria de maneira alguma, desfazer
os votos feitos a Jesus. O pai e o tio a apoiavam. O tio Caio, aliás, tinha
sido eleito Papa em 283. Diocleciano,
como era de se esperar, ficou muito irritado. E, juntando isso à decadência do
império, decretou a mais severa perseguição registrada contra o Cristianismo,
que passou a ser acusado de causador de todos os males do império. Assim, ser
parente do imperador de nada serviu.
Perseguição oficial
Relatos encontrados atestam que o padre Gabino esforçou-se ao estremo
para consolar e fortalecer os cristãos escondidos. Enfrentou o perigo
serenamente. Caminhava quilômetros a pé, ia de casa em casa, de igreja em
igreja, fortalecendo a fé e preparando os cristãos para o terrível sacrifício
que os esperava. São Gabino celebrou inúmeras missas em catacumbas e cavernas.
Nesses lugares, ministrava a comunhão aos que possivelmente seriam mortos por
causa da fé em Jesus Cristo.
Martírio
Finalmente São Gabino foi preso. Junto com ele sua filha, que foi
sacrificada antes. São Gabino foi julgado e não renegou a fé. Por isso, foi
torturado cruelmente e condenado à morte por decapitação. Antes da morte,
passou seis meses numa cela sem luz. Ali, passou fome, sede e frio. Depois foi
decapitado no dia 19 de fevereiro do ano 296, em Roma. São Gabino foi um símbolo da fé. Um símbolo do cristianismo
para várias gerações. No século V, sua antiga casa, que tinha sido uma igreja
às escondidas, foi transformada numa grande basílica. Em 738 as relíquias de
São Gabino foram trasladadas para a cripta do altar mor desta basílica. Ali
elas repousam junto das relíquias de sua filha. No século XV a basílica foi
restaurada pelo famoso arquiteto Bernini. Hoje ela é considerada uma das mais
belas do Vaticano.
Oração a São Gabino
“Ó Deus, que destes a São Gabino a graça da perseverança na fé até ao extremo de entregar sua própria vida por causa da fé em Jesus Cristo, dai também a nós a graça de perseverar na fé mesmo diante das dificuldades, para que o vosso nome seja sempre mais glorificado. Amém. São Gabino, rogai por nós.”
sábado, 18 de fevereiro de 2017
São João de Fiesole - 18 de Fevereiro -
São João de Fiesole (FRA ANGÉLICO) - 18/02 -
Seu nome de batismo era Guido, ou Guidolino. Nasceu na Toscana no final do século XIV e, desde sua juventude praticou a arte da pintura em Florença. Sentindo a vocação, ele e seu irmão Bento se apresentaram no convento dominicano de Fiesole. Após alguns anos de preparação, foi ordenado sacerdote assumindo o nome de Frei João de Fiesole – após sua morte se popularizou o costume de chama-lo de “Fra Angélico”.
Giovanni de Fiesole, no civil Guido de Pietro, conhecido como Beato Angélico, dizia sempre: “Quem faz as coisas de Cristo, está sempre com Ele”. Sua convicção era de que “todas as ações deviam ser orientadas para Deus”. A pintura - da qual era um excelente artista - era vista como “expressão da experiência contemplativa, instrumento de louvor e de elevação da mente às realidades celestes”.
Angélico nasceu em Vicchio del Mugello, na Toscana, em fins do século XIV; desde criança, demonstrou uma grande predisposição pelo desenho e as miniaturas. A aspiração pelo “belo” tornou-se, cada vez mais, obstinada na alma do jovem artista. Em um primeiro momento, esta aspiração reforçou seu talento natural pela arte; mais tarde, tornou-se uma clara e inconfundível chamada à vocação religiosa, por parte de Deus, que é Beleza por excelência.
Oração ao Beato Angélico
Bendito sejais Deus, que concedestes ao beato Angélico,a graça da santidade.
Dai também a nós, o espírito de tranquilidade e amor por vós.
Concedei-nos hoje e sempre a firmeza da fé e a fortaleza nas adversidades.
Por Cristo Nosso Senhor.
Amém.
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017
SETE FUNDADORES DOS SERVITAS
Por um tempo houve uma quebra dos valores cristãos na Europa. Foi então que os amigos Alexandre Falconieri, Monaldi, Manetto, Bonaiuto, Amidei, Ugocioni e Sosteni, durante suas orações para Virgem Maria, viram a imagem se mexer e mais tarde, quando voltavam para casa, Nossa Senhora apareceu vestida de luto e chorando. Após este acontecimento, os jovens abandonaram suas famílias, distribuíram seus bens e foram seguir uma vida eremita. Logo, foram conhecidos pelos serviços de caridade e orações. Com isto, muitos quiseram participar e o grupo inicial foi aumentando. Assim surgindo a Ordem dos Servos de Maria, cujos membros são chamados de Servitas.
História
Durante os séculos XII e XIII aconteceu na Europa uma enorme perda dos valores cristãos entre a sociedade civil e entre os religiosos. Em reação contrária surgiram um grande número de confrarias voltadas para a penitência. Através delas os leigos buscavam viver o evangelho, opondo-se à ganância, ao luxo, aos prazeres passageiros e à busca pelo poder. Algumas dessas ordens se tornaram bem conhecidas. Uma delas, porém, espalhou-se por muitos países: a "Ordem dos Servos de Maria", ou Servitas.
O chamado
Sete jovens faziam parte desse grande grupo inconformado com o mundo de então. Seus nomes: Aleixo Falconieri, Bonfiglio Monardi, Amadio de Amadei, Bonaiuto Manetti, Ugoccio de Ugoccioni, Maneto d'Antela e Sostenio de Sosteni. No dia 15 de agosto do ano 1233 eles estavam reunidos em oração. Costumavam cantar cânticos dedicados à Virgem Maria. Foi então, que, de repente, viram que a imagem de Nossa Senhora se mexeu. Todos ficaram intrigados. Depois disso, eles atravessavam uma ponte voltando para casa, quando a própria Virgem Maria lhes apareceu vestida toda de luto e chorava. Em seguida, contou-lhes a razão de suas lágrimas: a guerra civil que não cessava em Florença, já fazia dezoito anos.
O começo
Depois desse encontro com Maria, os setes jovens abandonaram tudo o que tinham, bem como suas famílias. Passaram a se dedicar totalmente à vida de oração e à caridade para com os pobres. O grande objetivo deles era viver a pobreza, a humildade e a caridade. Logo aquele grupo de jovens e nobres ficou famoso pela fraternidade que havia entre eles, pelo espírito de oração e pela caridade eficiente que praticavam. Logo nasceu no coração deles o sonho de formarem uma comunidade religiosa.
Apoio do bispo
O bispo de Florença vinha da vida monástica. Ele via o grupo dos sete jovens com enorme estima. Quando ele ouviu dizer sobre o projeto dos jovens de fundar uma comunidade religiosa, resolveu ajuda-los doando um terreno em monte Senário, que ficava a dezoito quilômetros da cidade.
Embrião da Ordem dos Servos de Maria
No monte Senário os sete jovens fundaram a comunidade. No começo, ela se chamava “Companhia de Nossa Senhora das Dores”. Eles passaram a se vestir com um hábito preto, em homenagem a Nossa Senhora de luto que viram na ponte. Passaram a viver reclusos em orações e penitências. Uma vez por semana saíam da reclusão e iam rezar numa pequena capela dedicada a Nossa Senhora, que ficava na estrada de Cafagio, perto da cidade.
Nasce a Ordem dos Servos de Maria
O grupo dos sete era visto muitas vezes mendigando pelas ruas da cidade e estradas. Eles pediam ajuda para os pobres, doentes e necessitados. Certo dia, quando distribuíam mantimentos e alimentos aos pobres de uma região, um menino passou e lhes fez uma pergunta: "Vocês são os servos de Maria?". Os sete perceberam naquele momento que este era mais um sinal da Virgem Maria. Então, fundaram a ordem dos Servos de Maria, seguindo as Regras de Santo Agostinho.
Crescimento
A Ordem passou a receber apoio das autoridades religiosas e também das civis. Tempos depois, a capelinha usada pelos sete jovens foi transformada num grandioso santuário. Ele foi dedicado a Nossa Senhora das Dores e se tornou um dos santuários marianos mais visitados do mundo. Seis dos fundadores foram ordenados sacerdotes. Somente Santo Aleixo não o foi, por não se achar digno.
A Ordem dos Servos de Maria se espalha pelo mundo
A Ordem dos Servitas cresceu e se espalhou por vários países, inclusive o Brasil, onde eles fundaram casas em São Paulo, Santa Catarina e Acre. Ainda hoje existe uma missão servita em Rio Branco, Acre. Os "Sete Fundadores", como passaram a ser conhecidos, foram canonizados em 1888, através do papa Leão XIII. Eles passaram a ser celebrados no mesmo dia, em 17 de fevereiro. Este é o dia do falecimento do último dos fundadores: Santo Aleixo Falconieri, aquele que se recusara a receber a ordenação sacerdotal, por não se considerar digno desta honra.
Oração aos sete fundadores da Ordem dos Servos de Maria
Ó Deus, que despertastes no coração desses sete homens
As virtudes da humildade,
Da caridade, da oração,
Do serviço e do amor à Virgem Maria,
Dai também a nós,
Por intercessão dos sete fundadores,
A graça de crescermos nas virtudes cristãs
Para que a tua glória brilhe no mundo.
Por Nosso senhor Jesus Cristo, vosso filho,
Na unidade do Espírito Santo,
Amém
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017
Santos: Elias,Jeremias,Isaias,Samuel e Daniel - 16 de Fevereiro -
Santos Elias, Jeremias, Isaias, Samuel e Daniel - 16/02 -
Eram todos de nacionalidade egípcia. Convertendo-se ao cristianismo, assumiram nomes de grandes figuras bíblicas do Antigo Testamento. Sabendo da presença de cristãos que estavam sendo perseguidos no sul da Turquia, para lá rumaram a fim de levar consolação e conforto para os neófitos, isto é, aqueles que haviam sido recém batizados e que haviam sido condenados ad metalla: a condenação no império romano aos trabalhos forçados nas minas. Era, portanto, tempo das grandes e terríveis perseguições contra os cristãos que os imperadores Diocleciano e Galério estavam promovendo. Ao retornarem de sua visita, Elias e seus companheiros foram presos pelos guardas imperiais, nas proximidades de Cesareia. Os cinco foram levados diante do governador para ser terrivelmente torturados. Ao serem perguntados de onde vinham, qual era sua cidade de origem, Elias, corajosamente disse que sua pátria era Jerusalém, isto é, a Jerusalém celeste. Após várias torturas foram sumariamente decapitados. Eusébio de Cesareia, o grande historiador eclesiástico, no mesmo dia em que os cinco mártires egípcios foram torturados e mortos, vários outros cristãos sofreram o mesmo fim.
Em Cesareia da Palestina, os santos mártires Elias, Jeremias, Isaías, Samuel e Daniel, cristãos egípcios, que, por terem espontaneamente ajudado os confessores da fé condenados às minas na Cilícia, foram presos pelo prefeito Firmiliano, no tempo do imperador Galério Maximiliano, e, depois de crudelíssimas torturas, pereceram ao fio da espada. Depois deles receberam também a coroa do martírio Pânfilo, presbítero, Valente, diácono de Jerusalém, e Paulo, oriundo da cidade de Jâmnia, que tinham passado dois anos no cárcere; e ainda Porfírio, servo de Pânfilo, Seleuco da Capadócia, graduado no exército, Teódulo, ancião da família do prefeito Firmiliano, e finalmente Julião da Capadócia, que, chegando ali naquele momento, beijou os corpos dos mártires e, assim denunciado como cristão, foi mandado queimar a fogo lento pelo prefeito. Morreram em 309.
Oração aos santos Mártires
Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo: olhai para o sacrifício e para o sangue que vossos Bem-Aventurados Mártires São Jeremias, São Elias, São Daniel, São Sanuel, e são Isaias, testemunhando seu amor, fé e fidelidade a Vós e à Vossa Santa Igreja fortalecei a nossa fé.
“Ó Senhor, Deus de Abraão, de Isaque e de Israel, fique, hoje, sabido que tu és Deus em Israel, e que eu sou teu servo e que, segundo a tua palavra, fiz todas estas coisas”
Amém!






